"Então as nações temerão o nome do SENHOR,e todos os reis da terra a tua glória, Quando o SENHOR edificar a Sião, e na sua glória se manifestar, E atender à oração do desamparado, e não desprezar a sua oração. Isto se escreverá para a geração futura, e o povo que se criar louvará ao SENHOR. Porquanto olhara desde o alto do seu santuário; desde o céus o SENHOR observoua terra."

Sl.:102:15-19



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sábado, 24 de novembro de 2007

A ORIGEM DA UMBANDA NO BRASIL


A ORIGEM DA UMBANDA NO BRASIL


A origem da umbanda no Brasil, ocorreu com a chegada dos primeiros escravos. Os cultos mágicos dos negros foram mesclando-se com as práticas da igreja católica e indígena.

A umbanda originária desta mistura, é tradicionalmente brasileira, pois não é totalmente Africana, nem totalmente Européia, sendo um produto sincrético, isto cheio de mistura.

Candomblé

O candomblé é uma dança religiosa, através da qual as pessoas homenageiam seus orixás. Significa uma invocação.
Há quem se refira ao termo como originário de kandombile (culto e oração). Há quem se refira ao candomblé (nome dados às danças dos escravos nas fazendas de café e aos atabaques utilizados).

De qualquer maneira, o candomblé é um ritual religioso em homenagem aos diversos deuses trazidos da África para o Brasil.

O critério utilizado para estabelecer as nações de candomblé é o reconhecimento das línguas.

Foram, pois, estabelecidas as seguintes nações de candomblé:


- Nação Kétu-Nagô (ioruba) – candomblé kêtu
- Nação Jexá ou Ijexá (ioruba)
- Nação Jeje ou Gege (fon) – candomblé gege
- Nação Angola (banto) - candomblé de Angola
- Nação Congo (banto) – candomblé de nagô.
- Nação Angola – Congo (banto)
- Nação de Caboclo (modelo afro-brasileiro) – candomblé de caboclo.

Cada nação procura preservar um ideal africano, uma memória.
Os segredos são passados de geração em geração, através da família. Assim, palavras, músicas e certos aspectos dos rituais trazidos ao Brasil foram perdendo seus costumes até que, no séc. XVIII, com o ciclo do ouro, vieram outros negros, oriundos da Costa do Marfim e que desembarcam em Salvador. Eram esses de culturas mais elevadas do que aqueles. Dos cultos iorubas surgiu o candomblé, ou, simplesmente o culto dos orixás.

Orixá -Os orixás são cultuados também no candomblé e principalmente nele.
Cada orixá possui suas características; seus filhos possuem determinado temperamento, os iniciados de casa um usam certos colares, cada orixá tem preferências a certo tipo de paramentos, comidas, animais sacrificados, apetrechos armas.

Cada pessoa tem seu orixá, determinado por sua personalidade. Um pai-de-santo pode atribuir mais de um orixá a uma pessoa.

Acredita-se que os orixás são enriquecidos pelas peculiaridades de seus filhos, quanto mais de um filho tem o orixá, mais enriquecido ele ficará.

Exu- É mais temido. Não é considerado diretamente um orixá e sim um “agente mágico universal ”.

Nada faz sem recompensas e no candomblé nada se faz sem ele.
Quando assume características femininas é chamado de Pombagira.
Há umas infinidades de Exus.

As pessoas que possuem Exu “presidindo sua cabeça” são brincalhonas, mentirosas, provocadoras, insolentes, grosseiras, mal-educadas e temidas.

Oxalá-Tem duas formas de manifestações.

Oxaguiã e Oxalufa: O primeiro e mais moço e o segundo o mais velho. Na mitologia ioruba, Oxalá é o pai de todos os orixás.

*Oxaguiã – é representado por um velho jovem guerreiro, empunhando uma espada.
*Oxalufã – é representado por um velho encurvado, apoiando-se no cajado.

Na Bahia, Oxalá é identificado como Senhor do Bufem

Ogum – É a manifestação da luta, do esforço, da defesa. Possui as artes bélicas sob sua influência. Ele é o orixá que comanda o ferro, o aço, toda á parte de industria, toda linha férrea, etc.
Se os outros orixás admitem um relacionamento homossexual, Ogum é macho, viril e guerreiro.
Dizem que todo “filho-de-santo” que possui Origem de cabeça gosta de tomar muita cerveja, pois é a bebida favorita do orixá.
Xangô – É a manifestação da justiça, da força e do poder.
É o mais importante do candomblé.
As lendas falam que era um rei e tinha várias esposas.
As prediletas eram Iansã e Oxum.
Xangô tem horror à morte.
É um Deus da Vida. Tornou-se orixá de todas as pedreiras.

Oxossi – É a manifestação do sustento.
Domina a fauna e a flora.
É conhecido também com o nome de Ode e considerado marido de Oxum, com quem teve um filho, Logum-Edê - Arco e flecha são suas insígnias.
Dizem que o Oxossi é um dos mais bonitos dos orixás, pois seu filho o supera.
Nos terreiros Ketu, tratam-no como rei.

Xapanã – Possui duas formas: Obaluaiê (jovem) Omolu (velho). É chamado de
“o médico dos pobres”. É o orixá das pestes e epidemias. Pode provocar e curar moléstias assim dizem.

Nana-Buruquê – É a mãe de Obaluaiê, que foi abandonado por ela por ser um orixá cheio de chagas e criado por Iemanjá que é a mãe adotiva.
Dizem que ela “rege” as águas mais profundas dos rios, “rege” também as águas dos pântanos.
É um dos orixás mais velhos, pois foi a 1ª Esposa de Oxalá. Pessoas “regidas” por este orixá são pessoas ranzinzas, desconfiadas, pode ser pessoas novas mais pensam como pessoas velhas.

Oxum – Manifestação de amor, da candura, da pureza e da bondade. Este orixá “rege” os rios, cachoeiras, o amor e a gravidez.

A filha de Oxum é a expressão da quietude, é namoradeira, coquete, pessoas que dão valor a tudo que é jóias, pois Oxum é a “dona” do ouro (é o que diz a mitologia). É um orixá feminino.

Iemanjá – É a manifestação da procriação, da restauração e das emoções.
É o orixá das águas salgadas.
É símbolo de maternidade, pois foi mãe de Orixás(criação). É representada por uma bonita sereia,
( nfluência indígena).
Suas filhas são eficientes, possessivas, ciumentas (como esposas ).
Há 16 tipos de Iemanjá.

Iansã – É o orixá dos ventos, vendavais, tufões e tempestades. Comanda os eguns (“espíritos dos mortos”).
Orixá feminino mais apreciado no candomblé pelo modo de dançar.
É a mulher ativa que influencia o destino dos homens (a filha do orixá).
É o tipo feminino mais apreciado no Brasil e que possui muitas referências de ficções.
Também é chamada de Oiá e é muito cultuada.

Ossãe - Manifestação da conservação e da preservação.
É o orixá das folhagens, pois ele é quem conhece todo o segredo das folhas.
Foi esse orixá que ensinou e deu o segredo das matas para Orixá com o curupira (um homem como os pés virados para trás).

Oxumaré – Manifestação do conflito natural (Angorá).
E a manifestação da ligação e da união(Dá).
Representa-se na pororoca e no arco-íris.
É uma cobra no candomblé, pois dizem que era um homem, filho de Nana e irmão de Obaluaiê.
Ele e Obaluaiê, tramaram contra a mãe, pois ela os abandonou.
Sabe que com isso ele se transformou em cobra.
Recebe culto nos templos de Obaluaiê e seu emblema são duas serpentes.

Erê ou Ibêji – É uma vibração especial dos orixás.
É o mediador entre o Iaô, o Babalaô e o Orixá. Eles vêem como crianças.
Percebe-se uma semelhança entre os Orixás da Umbanda e do Candomblé, sendo que aqueles sofreram maior influência do Catolicismo do que esses.

QUIMBANDA
A quimbanda nada mais é do que uma viagem da umbanda. Ela é caracterizada pela diversidade
(espiritual) dos espíritos invocados e incorporados, isto é, determinados exus e omulus.


Apresentam as sete linhas e seus chefes, como estão abaixo:

Linha Chefe
Almas Omulu
Cemitério João Caveira
Malei Exu Rei
Nagô Gerere
Mossorubi Kamriola
Caboclo Quimbandeiro Pantera Negra
Linha Mista Exudas Campinas ou dos Rios

Os Quimbandeiros afirmam que falam, simbolicamente, de todas as libertações; A libertação dos escravos, a libertação dos negros enquanto negros e a libertação do Eros, amor louco.
Como vimos ainda, cada linha da quimbanda corresponde a uma linha da umbanda.
Cada Exu, espiritualmente falando, comanda seis chefes de legiões; Existe assim um grande exército demoníaco e podemos identificar nele traços africanos e indígenas.
Os principais chefes das linhas quimbandistas coincidem com a própria “vibração”.Isto reforça a dependência dos espíritos das trevas às entidades da luz. Existe uma unidade no bem e uma pluralidade no mal.
A quimbanda é praticamente dentro do âmbito da umbanda. Ela não existe como um culto em si, possui um terreiro separado.

EXUS
Os Exus representam uma multiplicação do Exu Original. Que sejam demônios, que sejam forças da natureza, que sejam auxiliares dos orixás, o fato é que os exus são “indivíduos espirituais que dispõe de.
(muita força e pouca luz) e, sem eles, (nada se consegue)”.
Crêem os umbandistas que cada pessoa tem o seu Exu e não pode desagradá-lo para que o mal não aconteça em sua vida. O Exu precisa estar satisfeito com a pessoa , porque assim se torna o seu aliado e a ajuda. A pessoa pode ajudar o Exu a aumentar sua luz quando lhe acender uma vela ou lhe oferecer pequeno sacrifício.
Existem pelo menos 182 nomes para os exus: alguns têm origem africana, outros possuem ante-nomes cristãos, outros ainda possuem nomes referentes à sua ação ou nomes de plantas e animais.


CONTATOS PARA PREGAÇÃO, PALESTRAS E ESTUDOS;
Pr. SEBASTIÃO JOSÉ tel.: 24-99947003
E –MAIL – SEBASTIAOJOSEDACRUZ@BOL.COM.BR
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5 comentários:

filhos da luz disse...

com certeza os estudo é muito importante pois data do inicio em que esses espiritos malignos entraram em nossso país e nos dá uma visão ampla do que fazer e como identificar tais. em um fechamento um estudo mais profundo percebe-se que dá para fechar certos orixás pais de sanrto em um grupo fazendo assim uma chave entre eles unindo um ao o outro...

assembleiabelem disse...

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Anônimo disse...

Bom meu amigo cinto em lhe informar mas o texto sobre o ORIXÁ Exu na verdade esta errado, ele é sim considerado um orixá e dependendo da nação varia os tais quais são sincretizados.
E sob as características de seus filhos não são bem assim não, por terem um orixá de FOGO são mais energéticas, não são temidas nem insolentes isso vai do caráter da própria pessoa.
Obrigado e peço por gentileza que arrume o seu post.

Anônimo disse...

Esses espíritos não são malignos, só são espíritos que não são cultuados em sua religião.Abra a sua cabecinha limitada amigo, muitos umbandistas e candomblecistas admiram e reconhecem a igreja cristã como um lindo caminho de salvação como várias outras religiões. Não queremos que reconheçam os cultos de nação como caminho para salvação, só queremos respeito, será que é tão difícil praticar isso no protestantismo?

Anônimo disse...

Parabéns pastor por explicar a religião sem julgar, isso é raro dentro do protestantismo.O seu texto deu uma vaga idéia do que são os cultos de nação, tem muita coisa errada no artigo, no que tange aos orixás, arquetipos e etc. Porém, valeu a idéia,os cultos de nação dificilmente podem ser explicados em texto, desejo sucesso na sua caminhada